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Energy poverty seriously affects living conditions and health. In spite of its mild climate, Portugal has been pointed out as one of the most vulnerable countries in the European Union. Due to the multidimensionality of energy poverty,... more
Energy poverty seriously affects living conditions and health. In spite of its mild climate, Portugal has been pointed out as one of the most vulnerable countries in the European Union. Due to the multidimensionality of energy poverty, attention needs to be paid to specific factors contributing to it in different contexts. This paper contributes to a better understanding of energy poverty by providing results from a study combining the use of an energy poverty vulnerability index and mapping - based on a detailed quantitative analysis of all 3092 civil parishes -, with interviews conducted with 100 households in ten hotspots across the country. The sample of interviewees includes both rural and urban dwellers, several family types, and individuals of different ages, social and economic status, and living in different types of buildings. Results show the extent, but also variability, of vulnerability to energy poverty throughout the country. Findings also show that households may consider normal and acceptable to feel both cold and hot at home, either in winter or in summer. This can hinder the social recognition of the energy poverty problem and the need to tackle its negative consequences on the well-being and health of the population.
OProjecto “Agenda dos Cidadãos: jornalismo e participação cívica nos media portugueses” surgiu com o objectivo fundamental de identificar, fomentar e experimentar práticas jornalísticas que contribuam para reforçar o compromisso dos... more
OProjecto “Agenda dos Cidadãos: jornalismo e participação cívica nos media portugueses” surgiu com o objectivo fundamental de identificar, fomentar e experimentar práticas jornalísticas que contribuam para reforçar o compromisso dos cidadãos com a comunidade ea ...
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ABSTRACT What is the perception that journalists have about the citizens’ role in democratic life? What is the role of journalists in relation to public sphere and political debate? The main goal of this study is to investigate the... more
ABSTRACT What is the perception that journalists have about the citizens’ role in democratic life? What is the role of journalists in relation to public sphere and political debate? The main goal of this study is to investigate the relationship between the local press, citizens and civic practices. It takes as starting point a dual theoretical approach, the theory of deliberative democracy and the movement of public journalism, to assess the scope of a conception of “deliberative journalism.” Under the project “Citizens’ Agenda: journalism and political participation in the Portuguese media “, a questionnaire was delivered to 45 journalists from eight regional newspapers in Portugal. The results show that although the journalists appreciate the principles underlying the public and deliberative journalism movements (which suggests that a deliberative consciousness is emerging), also express an conventional journalism approach.
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The broad frame of the article is the relationship between the regional press, citizens and democratic politics. In that discussion we’ll try reflecting on the limits and possibilities of public journalism,... more
The  broad  frame  of  the  article  is  the  relationship  between  the  regional  press,  citizens  and  democratic  politics.  In  that  discussion  we’ll  try  reflecting  on  the  limits  and  possibilities  of  public  journalism,  using  the  concepts  of  public  sphere,  civil  society  and  life-world  which  seems  to  be  useful  theoretical  tools  to  surpass  the  lack  of  theoretical  consistence  of  civic  journalism.  In  the  second  part  of  the  article,  we  present  some  results  from  the  “Citizens’  Agenda”  developed  by  a  research  network  led  by  University  of  Beira  Interior  focusing  on  none  regional  newspapers  spread  throughout  the  Portuguese  territory.  This  research  focuses  on  identifying  practices  and  news  routines  and  frameworks.  Additionally,  we  stand  that  the  search  of  new  methods  to  increasing  the  presence  of  ordinary  citizens  in  journalism  may  be  improved  with  the      creation  of  media  observatory  directed  to  regional  press.
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La decisión del Tribunal de Oeiras de obligar a las televisoras a llevar a cabo debates públicos entre los partidos políticos significó un acontecimiento que marcó la campaña electoral de las elecciones legislativas del 5 de junio de 2011... more
La decisión del Tribunal de Oeiras de obligar a las televisoras a llevar a cabo debates públicos entre los partidos políticos significó un acontecimiento que marcó la campaña electoral de las elecciones legislativas del 5 de junio de 2011 en Portugal. Con esta sentencia adquirió mayor relevancia el trato noticioso dado a las campañas electorales. Se analiza entonces en este trabajo la cobertura noticiosa de la prensa escrita sobre los "partidos pequeños" después de la decisión del Tribunal de Oeiras. Partimos de la hipótesis de que después de conocer la sentencia, los medios impresos alteraron la forma de tratar a los partidos sin asiento parlamentario. The decision of the Tribunal of Oeiras to force broadcasters to hold public debates between political parties was an event that defined the electoral campaign for the legislative elections held on June 5, 2011 in Portugal. The starting point is the decision to take up the issue that acquired new relevance with this ruling: the media treatment of the candidates in the electoral campaigns. The news coverage given by the print media to the "small parties" after the Tribunal decision is analyzed. We begin with the hypothesis that after the ruling, the print media altered their coverage of the parties with no parliamentary seats. La résolution du Tribunal d'Oeiras qui a obligé les chaînes de télévision à organiser des débats publics entre les partis politiques a marqué la campagne pour les élections législatives du 5 juin 2011 au Portugal. Ceci a renouvelé l'intérêt porté sur la diffusion de nouvelles concernant les candidats pendant les campagnes. Nous étudions ce qu'a publié la presse au sujet des "petits partis". Notre hypothèse est que, depuis la résolution du Tribunal, la façon dont la presse s'occupe des partis ne disposant d'aucun siège au Parlement a subi des changements.
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Este documento procura explorar um conjunto de dados relevantes para a sustentação teórica e metodológica do inquérito que enviamos em anexo e que poderá constituir-se como a próxima grande colaboração entre o Instituto do Cinema e do... more
Este documento procura explorar um conjunto de dados relevantes para a sustentação teórica e metodológica do inquérito que enviamos em anexo e que poderá constituir-se como a próxima grande colaboração entre o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) e o OberCom – Observatório da Comunicação.

Num contexto em que o conceito de audiovisual é cada vez mais complexo de estudar e compreender, na medida em que o próprio contexto mediático em que vivemos favorece uma expansão permanente daquilo que é entendido como audiovisual, importa continuar a analisar esta área.
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Este relatório resulta de dados coligidos de inquéritos da ERC (2015 e 2016) e do projecto Sociedade em Rede (2004 e 2013), num esforço do OberCom – Observatório da Comunicação em compreender as dinâmicas de utilizadores de Internet no... more
Este relatório resulta de dados coligidos de inquéritos da ERC (2015 e 2016) e do projecto Sociedade em Rede (2004 e 2013), num esforço do OberCom – Observatório da Comunicação em compreender as dinâmicas de utilizadores de Internet no que se refere às redes sociais e à sua influência na participação cívica e pública, bem como de que forma estas influenciam as práticas de leitura informativa, nomeadamente no que concerne a notícias sobre política. Entre as conclusões e a discussão sustentadas na análise de dados constantes neste relatório, destacam-se os seguintes pontos: o Algumas plataformas digitais, como o «Dialoga Brasil», formado pelo governo brasileiro, ou o projecto “PICMNE”, do Ministério dos Negócios Estrangeiros português, foram criadas por instituições políticas de modo a que a população possa, idealmente, participar via online nas decisões políticas, produzindo comentários, observações, críticas, sugestões e propostas sobre qualquer assunto público, e potenciando a que a discussão parta de um conhecimento comum e compartilhado.
O paradigma digital reflecte-se também na utilização mais frequente das redes sociais para actualização de notícias (ver figura 1) e no potencial destas para a partilha e tomada de conhecimento de mobilizações colectivas, como foi o caso das
manifestações da Geração à Rasca, em 2011.
O vasto corpus analítico de informação existente na Internet resulta numa leitura mais usual, mas igualmente mais fragmentada e tendencialmente menos aprofundada, o que dificulta a existência de uma índole deliberativa e conscienciosa por parte dos utilizadores quanto a aspectos cívicos.
Dos utilizadores que consultam notícias online, cerca de 70% acedem a novas notícias
via redes sociais.
o Comparando o uso geral com o ler, assistir ou partilhar notícias, tem-se que o
Facebook, para além de se estabelecer como a rede social mais utilizada no geral
(89,9%), é também a rede onde são partilhadas mais notícias (75,8%) por parte de
utilizadores que consultam notícias online.
o Dos indivíduos que consideram notícias sobre política nacional um género noticioso
importante, quase 45% atualizam-nas através das redes sociais.
Um dos problemas trazidos à discussão por este relatório centra-se na falta de
separadores de categorias que as redes sociais possuem no que se refere a géneros
noticiosos, bem como a conteúdo recreativo. Isto é, potencia a que, por exemplo, uma notícia política considerada importante esteja, sem qualquer tipo de destaque ou categorização, ao lado de uma publicação privada e pouco importante.
o Apesar da mudança de paradigma, não é a prioridade política ou interventiva o que faz com que a grande maioria dos indivíduos utilize redes sociais, o que, de uma forma geral, secundariza estes temas, não se podendo portanto afirmar que a Internet se tenha tornado o espaço ideal para uma democracia deliberativa.
o Os contextos políticos, sociais, económicos, entre outros, têm uma importância
fundamental na forma como os indivíduos usam o espaço web, sendo que numa
sociedade na qual, mediante determinado momento e contexto, o objectivo primordial não seja o de intervir em termos cívicos, o resultado tenderá a não ser totalmente positivo nesse âmbito. A Internet é uma ferramenta de potencial alargado e imediato, mas esta ferramenta encontra-se sujeita aos significados que os seus utilizadores lhe outorgam.
Na parte 2 da análise de resultados, pretende-se fazer uma aproximação na relação
entre informação noticiosa nas redes sociais e a teoria do pós-facto, que se baseia na utilização de argumentos políticos mais ligados à dimensão emocional do que à racional ou argumentativa, e para os quais as provas de refutação são ignoradas. A
ambiguidade dos media e a constante vaga de informação diária promovem esta
relação delicada entre o jornalismo político comprovadamente factual e o que é tido
como verdade.
A utilização das redes sociais para actualização primária de conteúdo noticioso pode contribuir com uma menor consciencialização da verdade dos factos, devido ao vastíssimo conteúdo noticioso que se pode encontrar numa rede social, aliado à pouca separação entre géneros noticiosos e, igualmente, entre informação noticiosa e não noticiosa.
De qualquer forma, e como se verifica a partir da parte 3, o espaço web foi o factor
distintivo de manifestações como a Geração à Rasca ou os protestos anti-austeridade, iniciados em blogs e redes sociais como o Facebook. Como se verifica pela figura 10, praticamente metade dos inquiridos tomaram conhecimento de tais protestos pelas redes sociais, indicador do potencial que a Internet possui no que concerne à partilha imediata, nestes casos, de mensagens de insatisfação e indignação, sendo assim possível que os utilizadores se revejam, numa dimensão mais alargada, nas experiências individuais de outras pessoas, permitindo um processo que ao longo do tempo se vai transformando numa acção colectiva.
Por outro lado, foram menos os indivíduos que deram a sua opinião sobre a situação
que envolvia as manifestações pelas redes sociais, o que concorre para a ideia de que, embora as redes sociais contribuam fortemente para a mobilização espontânea, as pessoas priorizem a presença e o protesto físico para se manifestarem.
O que parece tendencialmente ocorrer, portanto, é que a Internet apresenta-se como
uma ferramenta importante na divulgação, mas não essencial no desenvolvimento
processual de um movimento social.
A vantagem do processo físico de rua centra-se na menor mediação e, desta forma, no total uso de percepções e processos cognitivos no relacionamento com os outros, aspectos incaracterísticos do espaço web. Não parece, portanto, que a substituição do espaço físico pelo espaço virtual seja recomendável ou até possível na sua totalidade, o que, por outro lado, faz denotar o papel interessante que a simbiose entre espaço «físico» e espaço «virtual» detém.
No que se refere à participação dos cidadãos na vida pública, verifica-se uma evolução entre 2004 e 2013 na área da utilização da Internet, havendo um desenvolvimento nos valores que concernem à realização de actividades cívicas (e.g.: enviar uma carta a protestar ao Estado) realizadas via Internet.
Verifica-se que os utilizadores de Internet tendem a ter uma perspectiva mais positiva em relação a diversos assuntos que concernem à actividade cívica ou à influência nas decisões políticas, comparativamente com não utilizadores de Internet (ver tabela 10).
Como se verifica pelas figuras 11 e 12, os inquiridos revelam, de uma forma geral, que desde que usam redes sociais se sentem mais participativos em causas políticas e sociais, incluindo na manifestação da sua opinião. Por outro lado, como indica a figura 13 – em que, no total, 42,7% dos indivíduos dizem discordar da afirmação de que desde que usa redes sociais tem estado mais presente em eventos desse género –, concorre-se para a ideia de que as redes sociais e o espaço virtual, embora possam ter um papel importante na divulgação, não se estabelecem como fundamentais para o envolvimento físico dos indivíduos em causas deste género.
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Este relatório resulta de dados coligidos de inquéritos da Reuters (2016), num esforço do OberCom – Observatório da Comunicação em comparar perfis de leitores utilizadores de internet de, por um lado, jornais regionais... more
Este relatório resulta de dados coligidos de inquéritos da Reuters (2016), num esforço do
OberCom – Observatório da Comunicação em comparar perfis de leitores utilizadores de internet
de, por um lado, jornais regionais tradicionais/impressos, e, por outro, de jornais regionais online.
Entre as conclusões e a discussão sustentadas na análise de dados constantes neste relatório,
destacam-se os seguintes pontos:
• São os indivíduos com mais idade (55 anos ou mais) que lêem tendencialmente jornais
regionais, tanto impressos quanto online, sendo que, ainda assim, existe mais equilíbrio
por parte dos leitores online em relação aos vários escalões etários.
• Quanto à distribuição regional dos leitores de jornais regionais impressos, o Centro possui
o maior número do público leitor, com 30,3%, seguido da região do Norte, com 25,1%,e
de Lisboa, com 19,5%. Dos leitores online, o Centro e o Norte destacam-se com 27,5%
e 26,7%, respectivamente.
• Em termos de escolaridade, grande parte do público leitor de ambos os perfis possui um
grau de mestrado, doutoramento ou bacharelato, sendo que, por outro lado, os que se
encontram correntemente na escola a tempo inteiro apresentam valores muito baixos.
• De acordo com a figura 9, os leitores de jornais impressos nacionais não parecem, na
generalidade, deter níveis de escolaridade superiores em comparação com quem assiste
a notícias através de outros meios, seja por TV, rádio ou jornal impresso nacional. Na
generalidade, verifica-se também que a diferença de escolaridade entre quem assiste a
notícias por estes meios e através de jornais regionais tradicionais e online são pouco
díspares.
• Como indicam as figuras 12 e 13, tanto os leitores de jornais regionais tradicionais,
quanto os leitores online, acedem diariamente a conteúdo noticioso, sendo que a maioria
o faz várias vezes por dia.
• Os dados da figura 14 revelam a predominância da televisão e dos canais de informação
na preferência de fontes noticiosas, e, igualmente, a importância, na comparação entre
imprensa de jornais tradicionais, dos jornais locais e regionais, nomeadamente para os
leitores do perfil tradicional.
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• Partindo da comparação entre as figuras 15 e 16, destaca-se uma tendência por parte
dos leitores de jornais regionais impressos em considerarem os jornais online como a
fonte noticiosa mais importante, sendo que leitores online consideram em menor número
os jornais impressos como a fonte noticiosa primordial.
• As figuras 17, 18 e 19 demonstram a importância que as redes sociais têm na actualização
ou participação de informação noticiosa.
• Tendo em conta a compra de jornal impresso (figura 26) bem como outras figuras que
revelam posturas e hábitos online por parte dos leitores dos dois perfis estudados,
denota-se uma tendência para leitores de jornais regionais impressos optarem
igualmente por conteúdo online, e para leitores de jornais regionais online, por sua vez,
desvalorizarem o jornal impresso.
• Sendo que, segundo a figura 27, a maior parte dos leitores de ambos os perfis não paga
conteúdo noticioso online, mesmo leitores de jornais regionais online optam, na grande
maioria, por não pagar por conteúdo online, sendo que leitores de jornais regionais
impressos, por outro lado, possuem até uma maior percentagem no que concerne a
conteúdo noticioso online pago, o que pode demonstrar a pouca necessidade que os
leitores online sentem para que este tipo de conteúdo seja adquirido.
• À afirmação se consideram os anúncios em sites noticiosos intrusivos, a grande maioria
dos leitores de jornais regionais online (70,2%) concorda com o carácter intrusivo dos
anúncios em geral, comparativamente com os 55,3% dos leitores de jornal impresso.
• À afirmação se está preparado para ver anúncios em troca de notícias gratuitas, 50,5%
dos leitores de jornais regionais impressos concordaram, sendo que os leitores online
obtiveram um nível um pouco mais baixo de concordância, com 45,3%.
• Como demonstra a figura 30, a maioria dos indivíduos não efectuou nunca o download
de um bloqueador de anúncios publicitários.
• Quanto às notícias online mais personalizadas, recomendadas com base no que o leitor
tem consumido, de uma forma geral identifica-se a vontade da maior parte dos leitores
de jornais regionais, tanto por via impressa como por via online, em manter-se activa no
que diz respeito aos vários pontos de vista que diferente conteúdo noticioso – não restrito
a um determinado perfil de consumo – promove.
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• Já no que concerne às questões de privacidade, revela-se também um grau de
concordância relativamente elevado por parte dos leitores de ambos os perfis quanto a
uma preocupação de cariz pessoal, em que sentem que a sua privacidade pode estar a
ser transgredida com a personalização de notícias online.
• Quanto à legitimidade dos próprios leitores relativamente ao jornalismo e à informação
noticiosa que obtêm, os dados apontam claramente para uma desconfiança do leitor –
em especial o leitor de jornal regional online – relativamente ao processo jornalístico em
Portugal, tanto no que concerne à influência governamental como à influência comercial.
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O Reuters Digital News Report 2016 (ReutersDNR 2016) é o quinto relatório anual do Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) e o segundo relatório a contar com informação sobre Portugal. Depois da participação do OberCom –... more
O Reuters Digital News Report 2016 (ReutersDNR 2016) é o quinto relatório anual do Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) e o segundo relatório a contar com informação sobre Portugal. Depois da participação do OberCom – Observatório da Comunicação em 2015, enquanto parceiro estratégico para a análise da situação portuguesa, a colaboração com o RISJ intensificou-se na edição deste ano, conjugando a concepção do questionário para Portugal em conjunto com análise final dos dados e interpretação dos mesmos.
O inquérito que serve de base a este projecto foi aplicado a mais de 50.000 indivíduos em 26 países, o
que faz dele o maior estudo de comparação longitudinal de hábitos de consumo de notícias no mundo. Apesar de o estudo se concentrar sobretudo nos hábitos noticiosos na Europa, a edição deste ano constitui-se como mais um passo para a abrangência global do projecto – em 2016 o Canadá e a Coreia do Sul juntaram-se aos
Estados Unidos da América, Austrália, Brasil e Japão na amostra de países.
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"Abstract What is the perception that journalists have about the citizens’ role in democratic life? What is the role of journalists in relation to public sphere and political debate? The main goal of this study is to investigate the... more
"Abstract
What is the perception that journalists have about the citizens’ role in democratic life? What is the role of journalists in relation to public sphere and political debate? The main goal of this study is to investigate the relationship between the local press, citizens and civic practices. It takes as starting point a dual theoretical approach, the theory of deliberative democracy and the movement of public journalism, to assess the scope of a conception of “deliberative journalism.”
Under the project “Citizens’ Agenda: journalism and political participation in the Portuguese media “, a questionnaire was delivered to 45 journalists from eight regional newspapers in Portugal. The results show that although the journalists appreciate the principles underlying the public and deliberative journalism movements (which suggests that a deliberative consciousness is emerging), also express  an conventional journalism approach."
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Neste ensaio procuraremos delinear uma espécie de genealogia do binómio público/privado identificando, num primeiro momento, os principais sentidos históricos de uma dicotomia secular para, em seguida, nos debruçarmos sobre a irrupção do... more
Neste ensaio procuraremos delinear uma espécie de genealogia do binómio público/privado identificando, num primeiro momento, os principais sentidos históricos de uma dicotomia secular para, em seguida, nos debruçarmos sobre a irrupção do espaço privado por excelência. Na terceira e última parte, prestaremos especial atenção à democratização da intimidade sem, no entanto, esquecer a forma como a progressiva mediatização da sociedade contribui para a confusão entre as experiências públicas e as experiências privadas
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Man has always rehearsed and formulated strategies which enable him "feel" the control and coordination of time and space. This article, based on the concept of reflexive society, intends to analyze the implications, in terms of social... more
Man has always rehearsed and formulated strategies which enable him "feel" the control and coordination of
time and space. This article, based on the concept of reflexive society, intends to analyze the implications, in
terms of social interaction, of the use of a growing technological apparatus, especially the phone. The phone,
while technological artifact, was designed as a mechanism by which actors communicate, without the need to be
in co-presence. Is in this sense we try one possible modelization of daily use of this communication tool, in order
to contribute theoretically to the debate, which revolves around the possibility of technology "open" new "sources
of uncertainty" and risk in contemporary societies. This question brings us to the debate with tradition,
permanently unfinished, and linked to the relationship between technology and social structures. Thus, this
study tested a discussion of possible models of usability of the phone and its possible relationship with the
notion of risk in each model.
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The work presented here, entitled Political participation on Facebook: continuities and reconfigurations, adopts an approach that considers two broad areas: the first is politics, particularly political participation, and second, the... more
The work presented here, entitled Political participation on Facebook: continuities and reconfigurations, adopts an approach that considers two broad areas: the first is politics, particularly political participation, and second, the usability of different technological artefacts, namely Facebook. Through the interception of these two domains of social activity, we investigate reality about the possibility of Facebook, while technological tool, to constitute itself as an instrument, which effectively gives expression to forms of political participation.
To carry out the operationalization of this theoretical enterprise, we implemented one mixed methodology, which is constituted as a compromise between a quantitative approach, through the implementation of a content analysis, and qualitative, by conducting interviews with activists, protagonists from eight organizations considered as our research target.
The argument that comes across throughout the work, which is now beginning, goes by the assumption that there are clear signs of continuity in conjunction with reconfigured elements of conventional political action.
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The regional press has emerged, especially in recent years, as a mean able to revalue the expression of multiple forms of journalism, with particular reference to the idea of closeness news. It is this enhanced role of the regional press,... more
The regional press has emerged, especially in recent years, as a mean able to revalue the expression of multiple forms of journalism, with particular reference to the idea of closeness news. It is this enhanced role of the regional press, in its relationship with the public, which may constitute a real alternative to mass media.  As an alternative, being closer to the people, their problems, these media constitute themselves as the main drivers of the "public space" and the "public sphere". Based on these characteristics, in this paper we analyze specifically the collection of information in its various stages, from the relationship with the sources, the pressures, constraints and criteria, inquiring about the possibility of the media constitute themselves as regional mechanisms makers and enhancers of inequalities in civic participation of citizens / readers. The starting point for the analysis lies in the practice of regional journalism, rather in the selection of sources, but also in the asymmetric distribution of resources, particularly resources of power and civic participation among various social groups that represent a predisposition for civic participation in "public space".
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Analisa-se o Facebook enquanto instrumento expressivo de partcipação cívica e polítca. Parte-se de um conjunto de grupos da sociedade civil portuguesa que se organizaram para dar resposta aos cenários recessivos que derivaram da crise... more
Analisa-se o Facebook enquanto instrumento expressivo de partcipação cívica e polítca. Parte-se de um conjunto de grupos da sociedade civil portuguesa que se organizaram para dar resposta aos cenários recessivos que derivaram da crise económica do subprime de 2007 e da respetva intervenção da Troika em Portugal que se lhe sucedeu em 2011. Para alcançarmos estes objetvos propomos uma metodologia mista, com uma análise de conteúdo das páginas de Facebook e a realização de entrevistas a atvistas de oito grupos. No fnal da pesquisa observamos que há uma reconfguração da ação polítca convencional com a emergência de outros processos partcipatvos.
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El sistema de los medios de comunicación no puede ser analizado hoy, porlo menos desde el punto de vista de la total comprensión de su realidad, sinque se tengan en cuenta las profundas alteraciones y... more
El  sistema  de  los  medios  de  comunicación  no  puede  ser  analizado  hoy,  porlo  menos  desde  el  punto  de  vista  de  la  total  comprensión  de  su  realidad,  sinque  se  tengan  en  cuenta  las  profundas  alteraciones  y  la  evolución  que  éste  co-noció  en  las  últimas  décadas.  Durante  este  período,  el  panorama  de  los  mediosde  comunicación  se  modificó  de  tal  forma  que  el  sistema  actual  aún  vive  untiempo  de  redefinición  y  reestructuración,  tal  fue  el  impacto  de  esas  transfor-maciones.  Pensando  en  aquéllas  que  fueran  las  grandes  líneas  de  cambio  y  evo-lución,  hay  tres  que  se  destacan  como  las  más  decisivas:  la  concentración  depropiedad,  con  la  formación  de  grandes  grupos  económicos,  orientados  segúnuna  estrategia  multimedia;  la  comercialización  de  las  políticas  editoriales,  conla  introducción  de  una  lógica  comercial  e  industrial  en  la  que  la  informaciónsurge  sobre  todo  dirigida  a  la  conquista  de  más  audiencia,  y  la  generalizaciónde  la  aplicación  de  las  nuevas  tecnologías,  abriendo  nuevas  posibilidades  parala  información.Estas  líneas  constituyen  el  núcleo  central  de  las  transformaciones,  en  el  trans-curso  de  las  cuales  se  verificó  también  la  necesidad  de  repensar  el  sistema  delos  medios  de  comunicación,  no  sólo  como  fenómeno  puramente  comunica-cional,  sino  teniendo  en  cuenta  las  dimensiones  e  implicaciones  económicas,políticas,  culturales  e  ideológicas.  En  tanto  fenómeno  social,  los  medios  de  co-municación  no  pueden  ser  estudiados  independientemente  de  su  evolución  yde  sus  transformaciones.  Tienen  que  ser  vistos  en  relación  dialéctica  con  eldesarrollo  y  las  transformaciones  de  la  sociedad  en  la  que  se  insertan,  de  lacual  son  un  producto  más  y  en  la  cual  también  interfieren.
En  este  contexto,  el  presente  artículo  pretende  constituir  una  reflexión  sobrelas  prácticas  comunicativas  en  Portugal,  centrándose  particularmente  en  losmedios  de  comunicación  de  proximidad  y  el  papel  de  éstos  en  el  seno  de  lascomunidades.  Presentando  algunas  experiencias  desarrolladas  en  la  realidad portuguesa,  procuramos  también  destacar  cómo  los  contextos  social,  políticoy  cultural  son  determinantes  en  el  tipo  de  proyectos  que  pueden  ser  desarro-llados.  Terminamos  destacando  la  importancia  de  investigaciones  que  procuranestablecer  relaciones  entre  las  universidades  y  las  comunidades,  desde  la  pers-pectiva  de  poner  los  medios  de  comunicación  a  disposición  de  los  ciudadanosy  de  la  resolución  de  sus  problemas,  reforzando  el  compromiso  de  éstos  conlas  comunidades,  y  revitalizando  el  debate  público,  como  ocurre  en  el  proyectoAgenda  dos  Cidadãos.
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Esta é a via prosseguida também no capítulo 9 com base na observação etnográfica das articulações entre interações sociais, usos do telemóvel e ocupação do espaço semi-público de uma grande superfície comercial na cidade da Covilhã,... more
Esta é a via prosseguida também no capítulo 9 com base na observação etnográfica das articulações entre interações sociais, usos do telemóvel e ocupação do espaço semi-público de uma grande superfície comercial na cidade da Covilhã, análise realizada por José Ricardo Carvalheiro, Sara Portovedo e João Sousa.
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A presente investigação tem como objetivo apreender as transformações ocorridas nas noções de público e privado, quotidianamente negociadas. Para tal, toma como ponto de partida as dimensões de tempo e espaço e o seu papel histórico na... more
A presente investigação tem como objetivo apreender as
transformações ocorridas nas noções de público e privado, quotidianamente
negociadas. Para tal, toma como ponto de partida as dimensões
de tempo e espaço e o seu papel histórico na organização das sociedades
em geral e dos quotidianos em particular. O modo como estas
dimensões influenciam a utilização quotidiana dos dispositivos móveis
constitui-se como o centro da pesquisa. Simultaneamente, problematiza-se
o papel das tecnologias de comunicação na reconfiguração do
tempo e espaço no quotidiano. Para levar a cabo este empreendimento,
recorre-se maioritariamente a metodologias qualitativas, nomeadamente
focus group, entrevistas individuais e observação etnográfica. A utilização
dos diferentes dispositivos móveis de comunicação apresenta-se
com bastante fluidez, quer em termos dos contextos quer das circunstâncias.
Neste sentido, a utilização destes artefactos tecnológicos contribui
decisivamente para uma forte e intensificada imbricação entre público
e privado, que não obedece a uma rígida normatividade social.
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O empreendimento levado a cabo pelas ciências sociais, mormente pela sociologia, considerou desde cedo, como privilegiada a unidade de análise “cidade”. Historicamente não será dissociável o facto do advento da modernidade ficar... more
O empreendimento levado a cabo pelas ciências sociais, mormente pela sociologia, considerou desde cedo, como privilegiada a unidade de análise “cidade”. Historicamente não será dissociável o facto do advento da modernidade ficar indubitavelmente associado a um crescimento sem precedentes da vida social em espaço urbano. O espaço citadino assume-se desta forma, como o ponto gravitacional, da atenção prestada logo pela geração fundadora, desde Karl Marx, passando por George Simmel, todos eles lhe dedicaram considerável atenção nos seus respectivos esforços teóricos.
Tomamos a cidade como ponto de referência, enquanto vértice onde convergem diversas e diametrais dinâmicas, em que a permanente reconfiguração espácio-temporal pauta a vida quotidiana. Neste sentido, os autores partindo do eixo teórico cidade-campo em permanente simbiose com a dupla unidade espácio-temporal, procuram reconstruir o ambiente cénico, recorrendo a paradigmas da sociologia interpretativa-subjectivista como o interaccionismo simbólico de Erving Goffman (1993) e a fenomenologia por intermédio de George Ritzer (1992).
No plano metodológico, tal como já anteriormente fizemos referência, a pesquisa seguiu uma via qualitativa. Os investigadores sociais que optam pelo método qualitativo “comungam os pontos de vista subjectivista e fenomenológico segundo os quais as ciências sociais se devem interessar mais por dimensões vividas pelos seres humanos do que por impactos de quaisquer fenómenos físicos” (Foddy, 1993p.15). Assim importa referir que pretendemos a compreensão da acção observando a vida quotidiana, (Viagem de autocarro), e não uma confirmação ou sistematização da realidade em estudo, introduzindo ainda na equação teórica o elemento de estarmos a tratar de um acto diário, ou por outras palavras, de um movimento pendular que compreende unidades territoriais, cidade vs campo, numa área de gradativa de baixa densidade populacional.
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No complexo paradigma da relação entre o campo jornalístico e a sociedade democrática, a imprensa regional tem especial importância no contributo para a “regeneração” de um espaço público local, potenciando a capacidade racional e ação... more
No complexo paradigma da relação entre o campo jornalístico e a sociedade democrática, a imprensa regional tem especial importância no contributo para a “regeneração” de um espaço público local, potenciando a capacidade racional e ação cívica dos cidadãos sobre assuntos da res publica. Corresponder às necessidades da opinião civil, no âmbito do dever de cidadania de qualquer jornal, alimentar o mercado das informações a favor do interesse das audiências e captar fatias publicitárias para garantir os negócios é um dos mais desafiantes objetivos atuais e futuros. Também porque a imprensa convencional, seja local ou nacional, já não tem o exclusivo da mediação informativa. Multiplicaram-se as vozes e as narrativas pós-jornalísticas, de que a Internet é mãe, em modelos de comunicação horizontal de muitos para muitos. O que Castells (2007) designa por mass self-communication ao caracterizar a atual network society.
Para manter a força social dos jornais na atual «era hipermoderna em que tudo é concorrencial, prolifera e se multiplica infinitamente» (Lipovetsky, 2010: 31) não basta o discurso de auto legitimação, simplificada em slogans, de que eles, como há duzentos anos, são a única mediação confiável para a sociedade civil (Gomes, 2009). A nova paisagem não constitui uma ameaça para a imprensa. Pelo contrário, representa oportunidades para dinâmicas integradoras de modelos dialógicos de ação comunicativa descentralizada e participativa. A ideia de uma cidadania ativa1 e o alcance de uma sociedade civil cidadã depende também de uma imprensa regional
ativa e dinâmica.
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O Blogue ATS é alimentado e gerido pelos membros do grupo de investigação Ambiente, Território e Sociedade (GIATS) do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O seu objetivo é duplo: proporcionar um espaço de difusão,... more
O Blogue ATS é alimentado e gerido pelos membros do grupo de investigação
Ambiente, Território e Sociedade (GIATS) do Instituto de Ciências Sociais da
Universidade de Lisboa. O seu objetivo é duplo: proporcionar um espaço de difusão,
debate e teste de ideias nas áreas de interesse do grupo; e dar relevo às dimensões do trabalho do grupo que tenham interesse para públicos não-académicos. Os textos podem ser publicados em português, inglês, espanhol ou italiano. O GIATS tem como objetivo compreender as dinâmicas sociais, territoriais e de governança subjacentes aos atuais desafios sócio-ecológicos; identificar caminhos de transição para uma sociedade mais justa e sustentável; e conectar ciência, sociedade e políticas públicas. As suas principais áreas de investigação são: representações, práticas e políticas do ambiente; sustentabilidade urbana e futuros regionais; tecnociência, risco e incerteza.
O OBSERVA – Observatório de Ambiente, Território e Sociedade é um observatório do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) que promove a disseminação de informação sobre a componente social das questões ambientais e do território. Analisa-se tanto os fenómenos sociais que resultam ou são influenciados por questões ambientais e territoriais, como o modo como as próprias condições ambientais e territoriais são modificadas por fenómenos de natureza social.
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Este relatório publicado pelo Sindicato dos Jornalistas resulta de uma análise realizada pelo Obercom - Observatório da Comunicação, aos dados obtidos no âmbito do estudo “O Jornalistas Portugueses são Bem Pagos? Inquérito às Condições... more
Este relatório publicado pelo Sindicato dos Jornalistas resulta de uma análise realizada pelo Obercom - Observatório da Comunicação, aos dados obtidos no âmbito do estudo “O Jornalistas Portugueses são Bem Pagos? Inquérito às Condições Laborais dos Jornalistas em Portugal”, desenvolvido pelo Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (CIES-IUL) do ISCTEInstituto
Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) e pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ), com o apoio da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ). Este estudo assenta numa amostra não-probabilística, constituída por um total de 1494 inquiridos (validados). A aplicação do questionário (de auto-preenchimento) foi feita através da plataforma online Qualtrics , entre 1 de maio e 13 de junho de 2016. O guião do questionário tem no total 78 questões.
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Este relatório publicado pelo Obercom resulta de uma análise realizada pelo Obercom - Observatório da Comunicação, aos dados obtidos no âmbito do estudo “O Jornalistas Portugueses são Bem Pagos? Inquérito às Condições Laborais dos... more
Este relatório publicado pelo Obercom resulta de uma análise realizada pelo Obercom - Observatório da Comunicação, aos dados obtidos no âmbito do estudo “O Jornalistas Portugueses são Bem Pagos? Inquérito às Condições Laborais dos Jornalistas em Portugal”, desenvolvido pelo Centro de Investigação e Estudos em Sociologia (CIES-IUL) do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ), com o apoio da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ). Este estudo assenta numa amostra não-probabilística, constituída por um total de 1494 inquiridos (validados). A aplicação do questionário (de auto-preenchimento) foi feita através da plataforma online Qualtrics , entre 1 de maio e 13 de junho de 2016. O guião do questionário tem no total 78 questões.
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O livro que aqui se publica não é bem meu mas resulta de uma autoria colectiva em que a dinâmica de produção de textos foi tão intensa e tão concentrada que não seu o que é exactamente meu nem dos meus colegas. É a memória de um projeto... more
O livro que aqui se publica não é bem meu mas resulta de uma autoria colectiva em que a dinâmica de produção de textos foi tão intensa e tão concentrada que não seu o que é exactamente meu nem dos meus colegas. É a memória de um projeto que foi intenso em termos de experiencia científica. Na memória propriamente apenas participaram os citados. Tem o meu otimismo deliberativo, a sabedoria do Gil Ferreira, a exigência metodológica e o profissionalismo de João Carlos Sousa e do Ricardo Morais e o papel indispensável do João Canavilhas e do José Ricardo Carvalheiro no plano metodológico e no exercício do ceticismo não se deixavam entusiasmar pelas conclusões e por isso as melhoraram. A concepção gráfica do projeto está atribuída porque se torna uma tarefa exigente e contínua. A memória porém é uma passagem de um projeto que envolveu Patrício Costa, a Susana Borges, a Filipa Rendo, a Susana Sampaio e os nossos interlocutores, diretores de jornais e jornalistas.
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A conferência realizada em parceria com a Universidade Autónoma teve lugar na Universidade Europeia num ambiente coloquial em que os alunos presentes se mostraram bastante atentos e interessados com os vários assuntos abordados. A... more
A conferência realizada em parceria com a Universidade Autónoma teve lugar na Universidade Europeia num ambiente coloquial em que os alunos presentes se mostraram bastante atentos e interessados com os vários assuntos abordados. A dinâmica desenvolvida entre os oradores e a moderadora captou a atenção dos presentes. No final, houve ainda tempo para questões colocadas pelos participantes da sessão.
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Apresentação no X Congresso de Sociologia
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Apresentação Pública da Infraestrutura PASSDA
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Documento de apoio à comunicação feita no âmbito "À Conversa Sobre Fake News" Na Universidade Europeia, Lisboa, a 10 Maio 2017.
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A Mediatização da Política na Era das Redes Sociais surge como o corolário de um já longo trajeto no domínio da comunicação política por parte de Rita Figueiras. Com este trabalho procede à atualização e sistematização de um conhecimento... more
A Mediatização da Política na Era das Redes Sociais surge como o corolário de um já longo trajeto no domínio da comunicação política por parte de Rita Figueiras. Com este trabalho procede à atualização e sistematização de um conhecimento vertido em diversos trabalhos mais parcelares (2008; 2015), mas também em obras com campos de abordagem de pendor macroestrutural (2012; 2014). Recentemente aprofundou a reflexão em torno do comentário político televisivo (2019), chamando a atenção para a relevância destes espaços no ecossistema mediático português.
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A metáfora da metamorfose tem de certo modo um já longo percurso nas ciências sociais. Recordemos que Karl Marx (2017 [1863]) recorre a esta para se referir à transfiguração do capital circulante numa economia capitalista. Mais... more
A metáfora da metamorfose tem de certo modo um já longo percurso nas ciências sociais. Recordemos que Karl Marx (2017 [1863]) recorre a esta para se referir à transfiguração do capital circulante numa economia capitalista. Mais recentemente, no início do século xx, Franz Kafka (2017 [1912]) utilizou-a para satirizar o crescente individualismo das sociedades em rápida urbanização.
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Este relatório expõe os resultados de um inquérito por questionário aplicado a jovens universitários Cabo-Verdianos. Esta investigação, realizada por investigadores do Núcleo de Investigação em Práticas e Competências Mediáticas - NIP-COM... more
Este relatório expõe os resultados de um inquérito por questionário aplicado a jovens universitários Cabo-Verdianos. Esta investigação, realizada por investigadores do Núcleo de Investigação em Práticas e Competências Mediáticas - NIP-COM da Universidade Autónoma de Lisboa, insere-se num projeto mais amplo, que tem como propósito estabelecer uma rede de investigação em Competências Mediáticas em distintos países, abarcando numa primeira fase diferentes realidades e contextos: Portugal, México, Cabo Verde, Angola e Moçambique.
O principal eixo norteador do Núcleo passa pelo estudo de práticas e competências mediáticas digitais e uso juvenil das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), estudando as oportunidades, riscos e danos associados a esses usos. Deste modo, os objetivos passam por: a) identificação de conjuntos de práticas e de consumos mediáticos e digitais, nomeadamente ao nível da produção de conteúdos; b) identificação/explicação de situações de risco e vulnerabilidades no mundo digital, como o ciberbullying, o roubo de perfis e de dados nas redes sociais, a exposição a conteúdos violentos e/ou a conteúdos eróticos ou pornográficos; c) compreensão de consumos noticiosos e consumos culturais realizados por via digital; d) Perceção de atitudes face aos novos media; e) descodificação de sociabilidades decorrentes do processo de interação dos indivíduos na esfera digital; f) tipificação de práticas dos indivíduos nas redes sociais, nomeadamente ao nível da economia da partilha e das práticas colaborativas; g) realização de análise de conteúdo de espaços/projetos digitais; h) avaliação de competências mediáticas dos indivíduos no uso das tecnologias.
Este documento que agora se apresenta sintetiza dados recolhidos de um inquérito por questionário aos estudantes da Universidade de Cabo Verde, cujos resultados permitem configurar os seguintes aspetos : a) caraterizar demográfica e socialmente os estudantes do Ensino Superior de Cabo Verde; b) radiografar as circunstâncias sociais e profissionais dos progenitores; c) perceber o tempo dedicado diariamente à navegação na internet; d) discernir os dispositivos que são utilizados; e) identificar as atividades preferidas; f) apreender quais as práticas digitais mais frequentes; g) mapear os principais sites e motores de busca utilizados; h) identificar as práticas e estratégias de gestão da presença nas redes sociais digitais; i) compreender as perceções e práticas de risco digital.
No que concerne à metodologia, optámos por uma aproximação de natureza quantitativa com aplicação de um inquérito por questionário num total de 27 questões, obtendo-se uma amostra de 349 inquéritos validados. A maioria das questões que compõem o guião de inquérito é de natureza fechada, contudo existem exceções, que se justificam em face da maior riqueza e diversidade das respostas.
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Este relatório enquadra-se na Ação 1 - Mapeamento e caraterização dos consumidores vulneráveis (público-alvo), da Medida intangível ADENE_I2: “LIGAR – Eficiência Energética para Todos!” financiada pelo Plano de Promoção da Eficiência no... more
Este relatório enquadra-se na Ação 1 - Mapeamento e caraterização dos consumidores vulneráveis (público-alvo), da Medida intangível ADENE_I2: “LIGAR – Eficiência Energética para Todos!” financiada pelo Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Elétrica (PPEC 2017- 2018), aprovado pela Entidade Reguladora dos Sistemas Energéticos (ERSE). A medida LIGAR, promovida pela ADENE-Agência para a Energia, e com a colaboração do CENSE (Center for environmental and sustainability research) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, do ICS (Instituto de Ciências Sociais) da Universidade de Lisboa, a Sair da Casca e a CDI Portugal, visa implementar uma estratégia inclusiva de combate à pobreza energética e de melhoria da eficiência energética de populações por meio de ações de proximidade junto destes consumidores.
Este relatório descreve parte das atividades desenvolvidas pela equipa do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa no âmbito da medida intangível «Ligar – Eficiência energética para todos! (ADENE_12)», coordenada pela ADENE – Agência para a Energia e inserida no plano de promoção da eficiência no consumo de energia (PPEC 2017-18) financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.
Este relatório descreve parte das atividades desenvolvidas pela equipa do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa no âmbito da medida intangível «Ligar – Eficiência energética para todos! (ADENE_12)», coordenada pela ADENE – Agência para a Energia e inserida no plano de promoção da eficiência no consumo de energia (PPEC 2017-18) financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.
As atividades a que este relatório diz respeito correspondem às tarefas da equipa do ICS no âmbito da Ação 1 da Medida Ligar, que consistem na caraterização dos consumidores vulneráveis e, mais concretamente, na:
1. Realização de um aprofundamento qualitativo da análise efetuada na fase de mapeamento dos consumidores vulneráveis, em estreita colaboração com a equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, com vista a apurar as circunstâncias que conduzem à pobreza energética e seus impactos;
2. Identificação das principais opções e oportunidades de intervenção e atuação sobre as condições de pobreza energética, tendo por base a avaliação qualitativa efetuada na tarefa anterior;
3. Seleção, em colaboração com a equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da
Universidade Nova de Lisboa, de pelo menos dez zonas prioritárias para implementar as
ações de proximidade a desenvolver no decurso da medida.
O relatório está organizado do seguinte modo. Em primeiro lugar procede-se a uma caraterização da população nacional vulnerável à pobreza energética com base nos dados estatísticos disponíveis do Instituto Nacional de Estatística, a partir de uma breve apresentação do conceito de pobreza energética de acordo com a literatura mais recente no âmbito das ciências sociais. A secção seguinte centra-se na estratégia metodológica adotada, descrevendo os métodos de recolha e análise de dados, assim como a metodologia utilizada para identificar as zonas a analisar e os agregados familiares concretos a observar em cada uma das zonas definidas. Descreve-se em seguida as principais características da amostra e procede-se a uma breve caracterização de cada uma das zonas em que decorreu o trabalho de campo, com base nas observações realizadas. Segue-se a análise dos principais resultados obtidos. Finalmente procede-se a uma análise da investigação realizada com vista a fornecer indicações para o desenvolvimento das restantes ações da medida.
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A maioria dos jornalistas recebe menos de mil euros líquidos por mês e um terço trabalha com vínculo precário, segundo um inquérito do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa. O trabalho, realizado por uma equipa do CIES-IUL... more
A maioria dos jornalistas recebe menos de mil euros líquidos por mês e um terço trabalha com vínculo precário, segundo um inquérito do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa. O trabalho, realizado por uma equipa do CIES-IUL (ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa), em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o Obercom, conclui que, no ano passado, 69% dos jornalistas recebiam entre 501 e 1.500 euros líquidos por mês, dos quais 23,3% recebiam entre 1001 e 1.500 euros, 23,9% entre 701 e 1.000 euros e 21,8% menos de 700 euros. "Se estabelecermos os 1.000 euros como ponto de divisão, verificamos que 57,3% dos jornalistas ganham menos, apesar de o rendimento mensal médio líquido ser de 1.113 euros", lê-se num sumário do estudo, intitulado 'Os jornalistas portugueses são bem pagos? Inquérito às condições laborais dos jornalistas em Portugal'. Porém-acrescenta o estudo a apresentar no sábado durante o 4.º Congresso dos Jornalistas, que decorre de hoje a domingo em Lisboa-"11,6% dos jornalistas recebem menos de 500 por mês e, desses, 7% nem sequer recebem 300 euros". No que respeita aos rendimentos na profissão, o trabalho evidencia ainda que só 19,4% dos jornalistas recebem mais de 1.500 euros mensais, sendo que, destes, 10,8% ganham até 2.000 euros, 3,6% até 2.500 euros e só 5% auferem um valor superior. O estudo-cujos autores garantem ser "o mais recente e abrangente inquérito já realizado em Portugal, respondido por quase 1.500 jornalistas"-conclui também que, destes, 87,5% encontravam-se a trabalhar, enquanto 7,9% estavam em situação de desemprego. Além destes, 2,2% estavam reformados e 2% em estágio (1,5% em estágio profissional e 0,5% em estágio curricular). Relativamente aos vínculos laborais, o ISCTE nota que, no ano passado, 33,4% dos inquiridos não tinham contrato fixo, trabalhando "em condições contratuais precárias e sujeitos a instabilidade, insegurança e fragilidade". Neste grupo incluem-se os colaboradores (16,4%), dos quais a maioria (8,8%) tinha uma avença e os restantes (7,6%) trabalhavam à peça, e os 17% de profissionais que se assumiram como 'freelancers'. Entre os inquiridos, dois terços referiu ter contrato de trabalho, 56,3% dos quais sem termo e 10,5% a termo certo. Em 2016, os contratos de trabalho dos jornalistas em Portugal eram maioritariamente de 35 a 40 horas semanais (64,7%), mas 27,7% afirmaram não saber a carga horária semanal prevista nos seus contratos e a maioria assumiu
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Marcelo Rebelo de Sousa falou na inauguração do congresso de jornalistas e disse olhar "com muita preocupação para a situação [precaridade profissional] dos jornalistas". Já Goulard Machado, que lidera a Casa da Imprensa diz que há... more
Marcelo Rebelo de Sousa falou na inauguração do congresso de jornalistas e disse olhar "com muita preocupação para a situação [precaridade profissional] dos jornalistas". Já Goulard Machado, que lidera a Casa da Imprensa diz que há jornalistas que sobrevivem graças ao Rendimento Social de Inserção. Marcelo foi orador da abertura da quarta edição do Congresso dos Jornalistas que decorre no cinema São Jorge, em Lisboa, entre hoje e domingo, subordinada ao tema "Afirmar o jornalismo", nesse discurso pediu aos jornalistas para nunca deixarem de ser "anti-poder". "Nunca esquecer que o jornalismo só tem poder se nunca se vergar aos poderes políticos, económicos, financeiros, sociais, formais ou informais vigentes, antes deles se mantendo distanciado e perante eles permanentemente crítico, se quiserem, sendo um anti-poder, nesse sentido", disse o Presidente da República. Marcelo de Rebelo de Sousa, que também foi jornalista e director de jornais, sublinhou que "a precariedade enfraquece a profissão e sem jornalismo estável e independente não há democracia sólida em Portugal". Marcelo lembrou que quase um terço dos 7.750 jornalistas em Portugal são estagiários, e diz que, para encontrar soluções, é
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A maioria dos jornalistas recebe menos de 1.000 euros líquidos por mês e um terço trabalha com vínculo precário, segundo um inquérito do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, hoje divulgado.
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Sindicato revela que um terço dos jornalistas ganha menos de 700 euros Sofia Branco, presidente do Sindicato dos Jornalistas, considera que um terço dos profissionais tem um "salário indigno". Partilhe no FacebookPartilhe no Twitter AUTOR... more
Sindicato revela que um terço dos jornalistas ganha menos de 700 euros Sofia Branco, presidente do Sindicato dos Jornalistas, considera que um terço dos profissionais tem um "salário indigno". Partilhe no FacebookPartilhe no Twitter AUTOR Redação / Agência Lusa 03 de maio de 2018 às 16:01Sindicato revela que um terço dos jornalistas ganha menos de 700 euros A presidente do Sindicato dos Jornalistas, Sofia Branco, revelou que um terço dos jornalistas em Portugal ganha um salário indigno, menos de 700 euros líquidos. A precariedade não escolhe idades, acrescentou Sofia Branco na conferência "Em Nome do Jornalismo", a decorrer no Centro Europeu Jean Monnet, em Lisboa, este que é o dia Mundial da Liberdade de Imprensa. As redações esvaziam-se de gente e, com esta, vai-se a diversidade de olhares, o lema passou a ser fazer muito em menos tempo, o exercício da profissão está muito condicionado a agendas oficiais e institucionais e decisões impostas por chefias e administrações e o espírito crítico está adormecido, o medo e a autocensura instalaram-se, lamentou a jornalista, incitando à participação dos jornalistas em órgãos de representação dos trabalhadores. O professor e investigador do ISCTE-IUL, Miguel Crespo, e coautor do mais recente inquérito aos jornalistas portugueses, referiu que o trabalho realizado indicou que 64,2% dos jornalistas já pensaram em abandonar a profissão, o que não é muito positivo para um grupo profissional, sublinhou. O estudo possibilitou também saber que há ceticismo em relação à independência e autonomia, sobretudo num contexto marcado pela precariedade e pelas pressões externas, sendo que 70% dos jornalistas portugueses consideram que o jornalismo não é a profissão mais compensadora, contra 38% a nível internacional.
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Michael Rezendes (prémio Pulitzer pelo trabalho que inspirou o filme Spotlight) presente no Congresso dos Jornalistas PUBLICADO POR: JOSÉ SILVA 12 JANEIRO, 2017 Este conteúdo está bloqueado. Aceite os cookies para o visualizar.Clique para... more
Michael Rezendes (prémio Pulitzer pelo trabalho que inspirou o filme Spotlight) presente no Congresso dos Jornalistas PUBLICADO POR: JOSÉ SILVA 12 JANEIRO, 2017 Este conteúdo está bloqueado. Aceite os cookies para o visualizar.Clique para aceitar os cookies No meio de uma crise de identidade jornalistas reúnem-se em congresso. Maior inquérito de sempre aos jornalistas portugueses revela longas jornadas de trabalho, salários baixos, condicionalismos à autonomia e alguma vontade de virar costas à profissão. Marcelo Rebelo de Sousa marcou presença na abertura dos trabalhos. Portugal perdeu quase dois mil jornalistas nos últimos dez anos. E dois terços dos actuais titulares de carteira profissional já pensaram pelo menos uma vez na
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Mais de metade dos jornalistas recebe recebe menos de 1000 euros líquidos por mês, conclui um inquérito realizado por uma equipa do CIES-IUL (ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa), em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o... more
Mais de metade dos jornalistas recebe recebe menos de 1000 euros líquidos por mês, conclui um inquérito realizado por uma equipa do CIES-IUL (ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa), em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o Obercom, e com o apoio da CCPJ.
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Declarações de Catarina Martins no quarto Congresso dos Jornalistas, no dia em que foi publicado um estudo que revela que 37% dos jornalistas admitem que o medo de desemprego condiciona "muito ou totalmente" o seu desempenho profissional.... more
Declarações de Catarina Martins no quarto Congresso dos Jornalistas, no dia em que foi publicado um estudo que revela que 37% dos jornalistas admitem que o medo de desemprego condiciona "muito ou totalmente" o seu desempenho profissional. 12 de Janeiro, 2017-19:39h Facebook0TwitterEmail Cartaz do quarto Congresso dos Jornalistas. Catarina Martins prestou declarações à saída do quarto Congresso dos Jornalistas. Este teve início esta quinta feira sob o lema "Afirmar o jornalismo" e prolongar-se-á até domingo, no Cinema São Jorge, em Lisboa. Catarina sublinhou que "não há nenhuma democracia sem imprensa e não há democracia sem liberdade". A coordenadora do Bloco referia-se nas suas declarações a um estudo de investigadores do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) do ISCT, segundo o qual um terço dos jornalistas trabalha sem qualquer vínculo laboral e dois terços têm contratos de trabalho, mas muitos dos quais são contratos precários. Perante esta instabilidade, quase 37% dos jornalistas admite que o medo de perder o emprego condiciona "muito ou totalmente" o seu desempenho profissional. "Quando metade dos jornalistas são trabalhadores precários, sabemos que o poder político falhou, ao deixar que a precariedade se instale", afirmou Catarina Martins. Para combater a precariedade laboral, há uma "responsabilidade política", e os políticos são agentes que "têm condições" para, por vias legais, reforçar o papel do jornalismo, sublinhou Catarina. Em conclusão, a dirigente bloquista afirmou que é
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Na sua obra seminal a Democracia na América, Alexis Tocqueville chama atenção para a centralidade dos media na formação da opinião pública. Deste ponto de vista, aos media cabe tornar visíveis os temas considerados de interesse público,... more
Na sua obra seminal a Democracia na América, Alexis Tocqueville chama atenção para a centralidade dos media na formação da opinião pública. Deste ponto de vista, aos media cabe tornar visíveis os temas considerados de interesse público, desde a escala local/regional à global. A opinião pública surge, desta forma, na área de sobreposição dos meios de comunicação e da política, contribuindo para o processo informativo que está subjacente à ação política, à participação e mobilização cívica, e à formulação de processos deliberativos no seio da esfera pública. Tradicionalmente, cabe à imprensa escrita, à rádio e à televisão o papel de mediação, que recorrendo à publicidade, dão visibilidade às questões de interesse público. Nas últimas décadas tem-se assistido à intensificação e proliferação de canais digitais que permitem a comunicação, interação e, sobretudo, difusão de informação à escala planetária, numa aparente tendência de secundarização do papel do jornalismo e, em particular, dos jornalistas. Um pouco por toda a Europa, os sectores de media tradicionais, mais propriamente a rádio e a televisão, superam a internet (cf. Figura 1) no que diz respeito à confiança depositada pelos cidadãos quando acedem a conteúdos informativos. Figura 1 – Sector de media que inspira mais confiança na Europa Fonte: Net Trust Index 2017 O panorama europeu é relativamente homogéneo quanto à desconfiança em relação aos diferentes sectores, incluindo os media sociais. A área dos Balcãs é aquela onde a desconfiança relativamente à imprensa escrita e à televisão é maior. No entanto, falamos em consumo de conteúdos informativos e noticiosos nas plataformas digitais em Portugal, devemos ter em linha de conta o domínio do Facebook enquanto meio privilegiado de os portugueses acederem e partilharem informação, como é referido no estudo Práticas e Consumos Digitais Noticiosos dos Portugueses em 2016. O interesse e enfoque dos meios de comunicação sempre foram determinantes para a publicidade e visibilidade dos problemas que afetam as sociedades. No contexto atual, os media tradicionais confrontam-se com a concorrência dos media sociais digitais.
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Cerca de 90% dos jornalistas em Portugal consideram que o trabalho jornalístico está cada vez mais precário, aponta um inquérito recente. © Artur Machado PorLusa 03 Maio, 2018 • 15:50 PARTILHAR A presidente do Sindicato dos Jornalistas,... more
Cerca de 90% dos jornalistas em Portugal consideram que o trabalho jornalístico está cada vez mais precário, aponta um inquérito recente. © Artur Machado PorLusa 03 Maio, 2018 • 15:50 PARTILHAR A presidente do Sindicato dos Jornalistas, Sofia Branco, afirmou que um terço dos jornalistas em Portugal ganha um "salário indigno", menos de 700 euros líquidos, e que a precariedade "não escolhe idades". "Esta é já uma realidade para um terço dos jornalistas em Portugal", garantiu Sofia Branco na conferência "Em Nome do Jornalismo", a decorrer, esta quinta-feira, no Centro Europeu Jean Monnet, em Lisboa. O evento, que se realiza no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, e é organizado pelo Sindicato dos Jornalistas em parceria com a Comissão Europeia, aborda diversos assuntos, desde as ameaças à liberdade de imprensa no espaço europeu, nomeadamente na Hungria e na Polónia, a crescente precariedade laboral na profissão, o papel e a ação dos sindicatos, o exemplo das redes de colaboração transnacionais e dos projetos independentes e a importância da ética e os desafios da nova era comunicacional. Sofia Branco advertiu para o facto de o jornalismo não se reduzir "à função de informar", pois entende que também lhe cabe "escrutinar os poderes, vigiá-los, assacar-lhes responsabilidades e denunciar promessas não cumpridas".
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Um terço dos jornalistas trabalha sem qualquer vínculo laboral, uma tendência que está a aumentar, indica o maior inquérito realizado em Portugal. Foto: DR Um terço dos jornalistas trabalha sem qualquer vínculo laboral, uma situação... more
Um terço dos jornalistas trabalha sem qualquer vínculo laboral, uma tendência que está a aumentar, indica o maior inquérito realizado em Portugal. Foto: DR Um terço dos jornalistas trabalha sem qualquer vínculo laboral, uma situação precária e frágil tem tendência para aumentar. Esta é uma das conclusões do maior inquérito feito aos jornalistas, um trabalho desenvolvido por uma equipa de investigadores do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE. Dos profissionais de comunicação social inquiridos, dois terços tinham contratos de trabalho, a maioria sem termo. Mas há 33,4% que não têm qualquer vínculo laboral e estão, por isso, a trabalhar em condições contratuais precárias e sujeitos a instabilidade e a insegurança. Reportagem de Manuela Pires
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A maioria (66,7%) dos jornalistas portugueses tem licenciatura em Comunicação Social, Jornalismo ou Ciências da Comunicação, segundo um estudo desenvolvido por uma equipa do ISCTE, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o Obercom,... more
A maioria (66,7%) dos jornalistas portugueses tem licenciatura em Comunicação Social, Jornalismo ou Ciências da Comunicação, segundo um estudo desenvolvido por uma equipa do ISCTE, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o Obercom, hoje divulgado. ANTÓNIO COTRIM/LUSA "Dois terços dos jornalistas licenciados estudaram comunicação ou jornalismo, numa classe profissional que tem, na sua grande maioria, curso superior", revela o inquérito realizado aos jornalistas em 2016, denominado 'Os jornalistas portugueses são bem pagos? Inquérito às condições laborais dos jornalistas em Portugal'. Estas são as primeiras conclusões sobre a escolaridade e formação dos jornalistas, resultantes das respostas validadas de quase 1.500 profissionais do setor. Os resultados globais vão ser apresentados no 4.º Congresso dos Jornalistas Portugueses, que arranca na próxima semana, em 12 de janeiro, no cinema São Jorge, em Lisboa.
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Agenda, condições laborais e salário condicionam Jornalismo Estudo conclui que conciliação com a vida pessoal e familiar é outro grande condicionalismo (40,2%), bem como o medo de perder o emprego, que é uma preocupação para 36,6% dos... more
Agenda, condições laborais e salário condicionam Jornalismo Estudo conclui que conciliação com a vida pessoal e familiar é outro grande condicionalismo (40,2%), bem como o medo de perder o emprego, que é uma preocupação para 36,6% dos profissionais 2017-01-10 08:22Redação / STS Jornalismo IOL O exercício livre do Jornalismo é condicionado pela agenda, condições laborais e salariais, segundo um inquérito aos jornalistas, que será divulgado sábado durante o congresso daqueles profissionais. Os jornalistas consideram o exercício livre da sua profissão muito condicionado, nomeadamente por opções de agenda e condições laborais e salariais, e assumem ser pouco ou nada autónomos em relação às decisões das chefias ou administrações", referem algumas das conclusões do estudo. Realizado entre maio e junho de 2016, o inquérito foi feito pelo
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A maioria (66,7%) dos jornalistas portugueses tem licenciatura em Comunicação Social, Jornalismo ou Ciências da Comunicação, segundo um estudo desenvolvido por uma equipa do ISCTE, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o Obercom,... more
A maioria (66,7%) dos jornalistas portugueses tem licenciatura em Comunicação Social, Jornalismo ou Ciências da Comunicação, segundo um estudo desenvolvido por uma equipa do ISCTE, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o Obercom, hoje divulgado.
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de Lisboa, tem em média à volta de 40 anos e possui uma licenciatura ou, no mínimo, frequentou uma instituição de ensino superior. O Empregos Online descreve-lhe agora em traços gerais o perfil do jornalista português a partir de um... more
de Lisboa, tem em média à volta de 40 anos e possui uma licenciatura ou, no mínimo, frequentou uma instituição de ensino superior. O Empregos Online descreve-lhe agora em traços gerais o perfil do jornalista português a partir de um estudo desenvolvido pelo CIES-Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE em parceria com o Sindicato dos Jornalistas e o Observatório da Comunicação (Obercom) há poucos dias divulgado na íntegra. Região de trabalho Lisboa é a zona do país privilegiada para exercer a actividade jornalística no país, com quase dois terços dos respondentes ao inquérito (63,7%). percentagem ainda assim inferior à verificada em estudo similar realizado há três décadas, quando a área geográfica da capital concentrava cerca de 80% dos profissionais do sector. Na região Norte encontra-se um em cada seis jornalistas no activo (16,6%), a região Centro é a área de trabalho de 8,4% dos jornalistas enquanto o Alentejo (3,7%), Algarve (2,6%), Açores (1,9%), Madeira (1,5%) e estrangeiro (1,5%) representam franjas residuais. Idade Os jornalistas portugueses têm, em média, 39,9 anos. A faixa etária entre os 35 e os 44 anos é a mais frequente (38%), seguindo-se as mais próximas a essa: 25/34 anos (25,3%) e 45/54 anos (21%). Os mais jovens (até 24 anos) representam apenas 6,6% dos jornalistas e os jornalistas mais experientes (a partir de 55 anos) são somente 9,1%. Escolaridade Relativamente à análise de 1987, o aumento da escolarização talvez seja a maior mudança na caracterização sócio-demográfica dos jornalistas portugueses nestes últimos 30 anos. Se há três décadas atrás, menos de 40% dos jornalistas tinham chegado à universidade e apenas 15% tinham completado uma licenciatura, hoje em dia perto de 80% tinham, no mínimo, frequentado estudos superiores.
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Homens continuam a dominar as redacções DANIEL ROCHA Os jornalistas portugueses têm em média quase 40 anos, concentram-se sobretudo em Lisboa e frequentaram a universidade, revelam os primeiros resultados de um inquérito a este grupo... more
Homens continuam a dominar as redacções DANIEL ROCHA Os jornalistas portugueses têm em média quase 40 anos, concentram-se sobretudo em Lisboa e frequentaram a universidade, revelam os primeiros resultados de um inquérito a este grupo profissional, divulgados nesta quarta-feira. Desenvolvido por uma equipa do
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